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Praia de Maracajaú – Natal

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Descrição

Os parrachos de Maracajaú… Bem, os parrachos são os parrachos. Se você não sabe o que são este é um motivo primordial para conhecer as praias de Maracajaú e, se você sabe, aí mesmo é que não vai querer outra vida depois de se deliciar nas águas dessas fantásticas piscinas naturais formadas por uma barreira de recifes a apenas 7 Km da costa. Não bastassem as águas serem morninhas ainda são cristalinas e você mergulha rodeado de peixinhos coloridos, no melhor estilo desenho da Disney. Mas as praias de Maracajaú ainda têm muito mais a oferecer. Então venha conosco, porque sua viagem está apenas começando.

Quem quiser conhecer a Praia de Maracajaú em Natal basta prestar atenção nos números para ter uma boa ideia da cidade. O local, que na verdade é uma pequena vila de pescadores, tem cerca de 2 mil habitantes, 13 km² de uma barreira de corais que ficam a apenas 7Km da costa e formam uma infinidade de piscinas naturais. Lá, pelo menos, o homem preserva o que a natureza criou com tanto carinho: desde 2001 o local é Área de Proteção Ambiental dos Recifes de Corais (Aparc) e as visitas são cuidadosamente controlados pelo Ibama e pelo Idema, órgão ambiental potiguar. A apenas 60 Km da capital, basta dizer que o local é conhecido como o “Caribe Brasileiro”. Dunas e lagoas completam o cenário maravilhoso.

As cotas de visitação diária são protegidas por lei e fiscalizadas pelo Programa Protegendo Maracajaú (Promar), da ONG Oceânica, através do qual desde 2005 agentes locais são treinados em cursos de biologia, práticas sustentáveis, geologia, biologia marinha, educação ambiental e geologia para monitorar o local e fazer o acompanhamento das atividades turísticas, garantindo o cumprimento das normas da Aparc.

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Encantos

Cor da água em Maracajaú é surpreendente

 

Verdade seja dita, assim que você chegar lá é bem capaz de não achar nada tão demais assim. As areias nem são tão branquinhas e visto da estrada o mar é clarinho, mas até aí normal, você está no Rio Grande do Norte. Calma, chegue mais pertinho e logo você vai ver porque as praias de Maracajaú são conhecidas como o “Caribe brasileiro”: a cor da água na verdade é tão clara que chega a doer os olhos, naquele tom que oscila entre o verde e o azul e que dá logo vontade de mergulhar.

Para você ter uma ideia, só de estar lá dentro, olhando da própria superfície, sem nem precisar mergulhar, já dá para ver os parrachos com toda clareza. Mergulhando então, nem se fala, dá vontade de levar para casa. Só que não: a área é de proteção ambiental e lá você não pode tocar em nada, muito menos levar sequer uma pedrinha de lembrança. Em compensação pode fazer fotos à vontade, então muito provavelmente vai sair de lá com o dedo doendo.

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Praias de Ipojuca

Aromas e sabores tornam Maracajaú ainda mais especial

 

A pesca e o artesanato são as principais atividades econômicas da região, além do turismo, claro, e são também as maiores características de um povo que está sempre sorrindo. Os pratos à base de peixe e frutos do mar deixam um aroma gostoso pela cidade, de camarões, lagostas e mariscos, contribuindo ainda mais para o clima hospitaleiro.

Os drinks com frutas da terra também são uma atração à parte e têm até a ver com a própria história da cidade: Maracajaú é originado do tupi maracaiá-ju, que significa “rio” ou “bebida dos maracajás”. Tudo bem, também é outro nome dado à jaguatirica ou gato-do-mato. De qualquer forma, quem chega à vila logo se encanta pelo ambiente sossegado e pela culinária deliciosa.

 

História da vila de pescadores remonta a 1808

 

Se os parrachos – como os corais são chamados pelos locais – as grandes dunas e as lagoas que levaram a fama de Maracajaú ao mundo inteiro são lindos hoje, imagine em 1808 quando se tem o primeiro registro da região, na verdade o termo de doação da sesmaria. Alguns anos mais tarde, em 1832, sabe-se que o local abrigava 41 moradias e 144 habitantes, mas lá a vida passa devagar, e em 1930 pouca coisa parecia ter mudado: 85 moradias e apenas 360 habitantes.

Foi nessa época também, na década de 30, que foi construído o Farol Tereza Pança, cujo simpático nome na verdade é uma corruptela alusiva a um navio que naufragou na região: o italiano Tereza Panci. A construção, que já se tornou cartão postal de Macarajaú, é um misto de alvenaria de tijolo maciço e concreto, tem 1,20 metro de diâmetro interno e paredes com 55 cm de espessura, que fazem com que se mantenha até hoje do alto de seus 12 metros de altura.

 

Dos parrachos às lagoas que permeiam as dunas de Maracajaú

 

De qualquer forma, para quem for a Maracajaú o que não vai faltar é diversão. Os parrachos são de longe o local mais procurado, mesmo por quem não pretende encostar um dedo na água morninha, calma e cristalina: os passeios conquistam mesmo os mais exigentes, com barcos e catamarãs bem equipados com bar completo e todo o conforto que qualquer um sonha em ter pelo resto da vida. Mesmo a bordo dá para ver com incrível nitidez a barreira de corais e os peixinhos coloridos que ficam em torno dos mergulhadores.

Por outro lado, as dunas também oferecem passeios famosos a cavalo, de buguy, veículos com tração 4×4 ou a pé mesmo. Vale a pena perder o medo e descer com sandboard, caindo direto nas lagoas de água doce que permeiam as dunas fixas e móveis. Sim, móveis, porque algumas delas se deslocam com o vento oferecendo um cenário diferente a cada dia. Entre as fixas e as móveis há as interdunas, uma região alagadiça e plana com arbustos frutíferos e vegetação de restinga como bromélias e cactos. É lá que a água da chuva se acumula formando as lagoas, cujas principais em Maracajaú são a do Baião Grande e a do Baiãozinho.

Outra ótima opção é o parque aquático Ma-Noa, com 52 mil metros quadrados e uma infraestrutura capaz de divertir adultos e crianças de todas as idades. Além do restaurante e do bar flutuante, o local oferece ainda atrativos como seis piscinas, quatro toboáguas, quiosques à beira-mar e campo de futebol. Dá para ir a pé da vila de Maracajaú ao Ma-Noa, basta um pouquinho de disposição para andar apenas 2 Km. Mas atenção, o parque é grande e não chega a ser exatamente barato, a dica é programar-se para ficar por lá um bom tempo e poder aproveitar tudo o que o local tem a oferecer.

 

Pousadas oferecem tipos variados de hospedagem

 

Se a comida e a diversão são fartas, a hospedagem também não fica atrás. Apesar de a maioria dos estabelecimentos do ramo ser pousada, elas abrangem os mais diversos estilos de vida, da mais simples às mais sofisticadas. Tudo com todo o conforto necessário para você passar muitos dias e ainda lamentar bastante na hora de ir embora.
E aí, pronto para a viagem? Não esqueça o óculos de sol e o protetor solar e invista nessa aventura!

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Praias de Natal:

 

Praia de Maracajaú – Natal

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No lado sul da Praia de Ponta Negra fica o principal cartão postal da capital, o famoso Morro do Careca. Assim que você olha percebe logo a razão do nome: o lugar parece realmente uma grande cabeça sem cabelo, com mais de 120 metros de altura.
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São passeios de buguy, piscinas naturais, comidas maravilhosas, artesanato de fazer cair o queixo e muito, muito mais o que ver e fazer. Malas prontas? Então venha com a gente nesse passeio.