Praia do Galeão no RJ – O que fazer e Passeios

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Dos anos 50 aos 70 a Praia do Galeão foi o que se pode chamar de autêntico balneário carioca: finais de semana cheio, garotada correndo para um mergulho na volta da escola durante a semana. Como em praticamente todas as praias da Baía da Guanabara, a poluição afastou os banhistas, atraiu aves de rapina e mau cheiro. Hoje a Praia do Galeão é lembrada com saudade por seus antigos moradores, como o ator e diretor Miguel Falabella, que nasceu e foi criado no bairro.

Se o ator e diretor lembra do tempo em que via peixinhos nas águas claríssimas e limpas, hoje os aterros praticamente acabaram com a faixa de areia na Praia do Galeão, que já foi uma das 16 praias da Ilha do Governador e hoje é uma das 13, porque esses mesmos aterros já acabaram com três delas. Reflexo de um local onde 31,5% da população vive nas 32 favelas existentes, de acordo com o censo de 2010.



Dicas da Praia do Galeão

Na Praia do Galeão propriamente dita praticamente nada restou. Hoje hospedagem, alimentação e passeios devem ser feitos em outros trechos da Ilha do Governador.

Mar: Escuro, de águas paradas e sujas

Areia: Escura, grossa e poluída, cheia de lixo e aves de rapina

Onde comer e onde ficar: De um modo geral a Ilha do Governador é bem servida por restaurantes e bares que, no entanto, costumam fechar por volta das 22h. Há alguns poucos hotéis, e, entre eles, as dependências do Aeroporto Internacional Antonio Carlos Jobim, o Galeão, que leva o mesmo nome da praia.

Praias próximas: Praia da Bandeira, Dendê, Gaegos, da Bica.


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