Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura – Fortaleza

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Ele foi o responsável pela revitalização do bairro de Iracema, em Fortaleza e, desde então, tem-se firmado como um espaço de programação intensa e variada. O Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, inaugurado em 1998, levou vida nova ao bairro que o abriga, mas também abriu novos horizontes a artistas e ao público em geral. Se sua abertura atraiu casas noturnas, bares e restaurantes, muitos deles em casarões centenários restaurados que antes jaziam abandonados, por outro lado supriu uma carência cultural que logo se viu muito bem representada.

Centro dragão do mar de arte e cultura
Centro dragão do mar de arte e cultura – RotaDoSolCE

Arquitetura moderna x Casarões históricos

Hoje a arquitetura moderna que contrasta com o casario neoclássico ao seu redor combina perfeitamente com o ecletismo que habita seu interior de seus 30 mil m². O Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura abriga cinemas, teatros, multigalerias e espaços para shows.



É lá, também, que fica o Memorial da Cultura Cearense, um espaço etnográfico onde uma exposição permanente mostra a cultura dos vaqueiros e obras de arte populares, e o Museu de Arte Contemporânea do Ceará, com exposições temporárias em 13 salas climatizadas, o Planetário Rubens de Azevedo, a Fundação Joaquim Nabuco, o Espaço Rogaciano Leite Filho, a Biblioteca Leonilson e o Parque Verde, um espaço para chows com capacidade para 4 mil pessoas.

Centro dragão do mar de arte e cultura
Centro dragão do mar de arte e cultura – por Orquidofilos

Um dos cartões postais de Fortaleza, sua cúpula de vidros ganha uma iluminação especial à noite, dando uma aparência mágica aos arredores do bairro.
O projeto foi de dois arquitetos cearenses, Delberge Ponce de Leon e Fausto Nilo, em uma área que costumava ser portuária. Mas não se engane, apesar de o estacionamento ser bastante difícil no local pela própria movimentação do centro cultural e pelos vários bares e restaurantes que abriram ao seu redor, há vários pedintes nas redondezas.

Nome “Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura” é homenagem

O nome muito interessante na verdade é uma homenagem a um jangadeiro cearense, Chico da Matilde, que ao se negar a transportar escravos para serem vendidos no Sul, em 1881, tornou-se um ícone do movimento abolicionista, passado a ser conhecido como Dragão do Mar.

O Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura é gerido pelo Instituto de Arte e Cultura do Ceará (IACC), também chamado de Instituto Dragão do Mar de Arte e Cultura e que foi a primeira Organização Social (OS) brasileira criada na área cultural. Ligada à Secretaria Estadual de Cultural, ela gere ainda o Porto Iracema das Artes, o Centro Cultural Bom Jardim e a Escola de Artes e Ofícios Thomaz Pompeu Sobrinho.

 


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